03set/21

Educação sexual: como falar sobre sexo com os filhos

educação sexual - unimed guarujá

Saúde mental
após um ano de pandemia

Como está a saúde mental dos brasileiros e como manter o equilíbrio enquanto a pandemia não acaba?

Sexo faz parte da vida (aliás, o surgimento da vida depende disso, na maioria das vezes). É normal que, em algum momento, crianças e adolescentes tenham dúvidas sobre o tema. E eles precisam saber da importância de cuidar da saúde também nessa área.

Segundo pesquisa divulgada pela Sociedade Brasileira de Urologia (SBU), 15% dos jovens de 12 a 18 anos já tiveram alguma relação sexual, 44% deles não usaram preservativo na primeira vez e 35% não usam ou raramente usam camisinha em suas relações sexuais. Além disso, 41,67% deles afirmaram não conversar com ninguém sobre sexo, em casa ou na escola.

E sempre vale lembrar: se não falarmos sobre sexo em casa e na escola, as crianças podem buscar informação na rua ou na internet. E podem se expor a situações de risco – tanto de abuso como de infecções. Então, vamos conversar?

O que são as ISTs

As ISTs são um grupo de infecções que podem ser causadas por vírus, bactérias ou outros micro-organismos. A transmissão se dá, principalmente, por meio do contato sexual (oral, vaginal, anal) sem uso de preservativo (masculino ou feminino) com uma pessoa infectada. Apesar de menos frequente, a transmissão de ISTs também pode ocorrer durante a gestação, parto e amamentação ou a partir de compartilhamento de seringas.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) estima que, todos os dias, mais de 1 milhão de casos novos de IST são registrados por dia.

Para se ter uma ideia, os dados do Ministério da Saúde sobre HIV, entre 2007 e 2020, mostra que mais de 20 mil casos de HIV foram notificados em adolescentes de 10 a 19 anos de idade. Foram 12.590 casos em meninos e 7.693 em meninas – o que responde a cerca de 6% dos casos registrados no período.

Além da infecção por HIV, outros exemplos de ISTs são: herpes genital, sífilis, gonorreia, tricomoníase, cancro mole (cancroide), doença inflamatória pélvica (DIP), papilomavírus humano (HPV), hepatites virais B e C, vírus linfotrópico de células T humanas (HTLV).

Por tudo isso, precisamos falar sobre sexo seguro.

Você sabe a diferença entre DST e IST?
O termo infecções sexualmente transmissíveis (IST) substitui a expressão doenças sexualmente transmissíveis (DST). A mudança na nomenclatura destaca a possibilidade de uma pessoa ter e transmitir uma infecção mesmo sem apresentar sinais e sintomas de doença. Isso reforça a importância da prevenção com preservativo e dos exames laboratoriais com regularidade, mesmo que não haja sintomas

Sintomas e prevenção de ISTs

As ISTs podem se manifestar de diferentes maneiras, conforme o tipo de vírus ou bactéria, mas é mais frequente que elas semanifestem nos próprios órgãos sexuais.

Os principais sintomas das ISTs são corrimentos, feridas e verrugas na região anal e genital. Importante: nem todo corrimento é IST.

Para identificar as infecções em estágios iniciais, é importante observar bem o corpo durante a higiene pessoal – e orientar os filhos a se observarem também. Sempre que perceber alguma mudança fora do normal, deve-se procurar atendimento médico e avisar o parceiro sexual para que faça o mesmo.

Também é importante consultar o médico ginecologista ou urologista antes de iniciar a vida sexual e manter as visitas regularmente.

Como prevenir ISTs – camisinha sempre

Existem vacinas contra hepatite A (HAV), hepatite B (HBV) e HPV. Aliás, a vacina contra o HPV entre 9 e 14 anos é uma forma importante de prevenção do câncer de colo de útero

Porém, não existe imunizante para as demais ISTs.

O método mais eficaz para evitar as infecções sexualmente transmissíveis é o uso da camisinha (masculina ou feminina) em todas as relações sexuais (orais, anais e vaginais). Além de ajudar a evitar uma gravidez indesejada.

E como convencer os jovens a usarem o preservativo, já que a pesquisa apontou que 35% deles alegam não utilizá-lo? Com educação sexual: em casa, na escola e nas consultas médicas. É preciso falar sobre sexo seguro com os adolescentes sem tabus, refletindo sobre os cuidados necessários.

Sabemos que nem sempre é fácil abordar esse tema com os filhos, por isso, reunimos algumas dicas de como naturalizar o assunto e promover o cuidado.

E fique tranquilo(a): a educação sexual não leva à sexualização precoce. Pelo contrário, ela gera crianças e adolescentes mais conscientes sobre o corpo e ainda ajuda a prevenir abusos sexuais.

Mas como falar sobre sexo e ISTs com os filhos?

Lembre-se da sua própria infância e adolescência. Com que idade você começou a ter curiosidade sobre sexo, que dúvidas você tinha, onde buscou informação? Então, converse com seu filho(a) da mesma forma que gostaria que tivessem conversado com você naquela época.

E não precisa ser um momento solene no estilo “senta aqui, precisamos conversar sobre sexo e doenças”. Também não adianta fazer um discurso ou aula sobre o tema, achando que já está resolvido.

Um estudo publicado no Journal of Adolescent Health (periódico da Saúde Adolescente), demonstrou que, no combate às ISTs, é mais efetivo abordar o assunto de forma constante e natural. Segundo o estudo, jovens que têm conversas sobre sexo em casa desde cedo tendem a ter mais cuidado com a segurança e saúde quando começam a vida sexual.

É isso que queremos, não? Então, esteja atento às oportunidades para inserir o assunto da forma mais natural possível.

A abordagem varia com a faixa etária – e a curiosidade também

Não existe uma idade exata para conversar sobre sexo e sexualidade com as crianças. O assunto se manifesta de diferentes formas ao longo da vida.

Em todas as fases, os pais precisam ser honestos e objetivos, respondendo às perguntas com linguagem adequada ao universo infantil, sem ir além do que for questionado. Se houver mais dúvidas, novas perguntas surgirão.

Conforme a criança percebe que suas dúvidas são respondidas com naturalidade, ela vê nos pais uma fonte segura e amigável para levar futuros questionamentos. Responder “não sei” ou “isso não é assunto de criança” tende a provocar o efeito contrário: quando tiver novas dúvidas, ela pode achar que não adianta perguntar para os pais – e buscar outras fontes de informação.

Crianças pequenas – a conversa começa cedo

Logo que aprendem a controlar os esfíncteres, entre dois e três anos de idade, é natural que as crianças passem por uma fase de explorar mais os genitais. Não é necessário proibir nem incentivar, a fase costuma passar logo. Esse é um bom momento de ensinar a importância da privacidade, do que fazemos só em casa e não em público – sempre cuidando para não coibir a descoberta do corpo.

Aliás, as crianças precisam saber desde cedo o nome correto das partes íntimas e as noções de intimidade e de privacidade. Isso é importante na prevenção de abuso sexual.

A Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP) listou uma série de atitudes para evitar o abuso sexual. Em resumo, é preciso ensinar que elas não podem ser tocadas, nem tocar as partes íntimas de outras pessoas – e que, se alguém fizer ou tentar fazer isso, elas precisam contar para os pais ou adulto de confiança, com a tranquilidade de que não serão punidas. Sempre que o toque for necessário, seja na higiene ou em consulta médica, vale reforçar essa mensagem.

As crianças pequenas também podem ter dúvidas sobre “de onde eu vim”, “como fui parar na barriga da mamãe” ou “diferenças de meninos e meninas”. Nesse momento, vale responder as dúvidas de forma simples e objetiva, sem se estender no assunto ou despejar uma aula completa.

Dica: livros didáticos sobre o corpo humano, voltados para o público infantil, podem ajudar a explicar a reprodução humana. Procure deixá-los em local de fácil acesso, para que a criança possa tê-lo à mão e consultá-lo quando tiver dúvidas, se preferir.

Outras questões podem surgir com a aproximação da puberdade, como mudanças do corpo, menstruação, interesse em namoros, ereção, masturbação etc. Aqui vale continuar seguindo a regra de responder com naturalidade e honestidade, sem extrapolar o que foi questionado – incentivando o respeito à intimidade e à privacidade (própria e dos outros).

Puberdade – é preciso manter um canal de diálogo aberto

A curiosidade também varia de acordo com os conteúdos que a criança acessa. Por isso, é importante que os pais conheçam que tipos de assuntos aparecem nos vídeos, desenhos e filmes que os filhos se interessam. Assistir junto é uma boa oportunidade de ouvir e responder a eventuais dúvidas – ou até mesmo explicar por que não considera aquele conteúdo legal.

Se a pergunta não vem, é interessante puxar o assunto para conferir o que as crianças já sabem sobre sexo. Elas podem estar aprendendo em outro lugar.

Mas como iniciar essa conversa? Uma cena de filme, um trecho de música ou uma fala da própria criança ou adolescente podem ser o gancho para a mãe ou pai lançar um comentário, uma opinião, ou contar uma história pessoal sobre “o seu tempo”. Isso mostra que você está aberto para conversar e que você considera sua filha (o), um interlocutor possível para o assunto.

O tema também pode surgir num diálogo dos pais. Por que não permitir que os mais novos participem? Assim, eles percebem que falar sobre sexo não é um tabu na sua casa. Porém, é preciso cuidar para que não seja uma linguagem erotizada ou maliciosa. Vale relembrar o primeiro beijo, o primeiro amor, as emoções envolvidas etc.

Durante as conversas, você pode inserir assuntos relacionados, como respeito pelas pessoas, direito à intimidade, diversidade, cuidado com a saúde, uso de preservativo e prevenção de doenças sexualmente transmissíveis.

A conversa não está fluindo? Calma, você não está só.

Não feche o canal de diálogo, mas também tente não forçar o assunto. Se achar que seu filho ou filha tem muita vergonha de falar com você sobre sexo, vale contar com a ajuda de pessoas da sua confiança para garantir a segurança e qualidade da informação. Essa pessoa também pode ajudar a tranquilizar o adolescente sobre a possibilidade de seguir a conversar com os pais.

Além disso, ao iniciar a puberdade e as mudanças corporais, é importante já levar a criança a uma consulta médica especializada com ginecologista ou urologista. Isso também ajuda a levantar o diálogo. Conforme vão crescendo, os adolescentes podem querer fazer perguntas mais “constrangedoras”. Você não precisa ficar junto o tempo inteiro. Sua cria está crescendo!

E lembre-se: abrir o canal de diálogo não significa que seus filhos devam contar absolutamente tudo sobre a vida sexual e afetiva para você. Falamos de direito à privacidade, lembra? O que cabe aos pais é garantir que seus filhos tenham acesso à informação segura, estejam bem e se cuidando.

Fontes: SBP, IPEMED, Ministério da Saúde, SBI

Revisão técnica: Equipe médica da Unimed do Brasil

19ago/21

Colesterol bom e colesterol ruim na alimentação

O colesterol elevado no sangue é uma das principais causas de doenças cardiovasculares, líderes de mortalidade no Brasil, e pode levar ao infarto ou ao acidente vascular cerebral (AVC) também conhecido como “derrame”.

Produzido no organismo, o colesterol é uma gordura com a função de manter as células em funcionamento para produção de hormônios e da bile e para a metabolização de vitaminas, entre outras funções.

Para controlá-lo, é preciso manter uma dieta saudável, apostando em alimentos que ajudam a aumentar o colesterol bom e a diminuir o ruim. Além disso, a prática de atividades físicas também é essencial – e o acompanhamento médico pode ser necessário.

 

Tipos de colesterol

Tipos de colesterol - médico auscutando o coração de um paciente
São dois tipos de colesterol presentes na corrente sanguínea:

O LDL (do inglês – low-density lipoprotein, lipoproteína de baixa densidade) é conhecido como “colesterol ruim”
O HDL (do inglês, high-density lipoprotein, lipoproteína de alta densidade) protege o coração de doenças, por isso, é considerado “bom”

Quando o LDL se torna excessivo no nosso organismo, ele leva a um problema conhecido como hipercolesterolemia, já que pode formar placas de gorduras na parede das artérias, dificultando o fluxo sanguíneo ou até mesmo provocando a obstrução de vasos sanguíneos, aumentando o risco de AVC, infarto e outras doenças do coração.

Em tempos de pandemia, é importante salientar também que o colesterol ruim elevado faz com que a pessoa esteja no grupo de risco para agravamento da COVID-19. Entre as comorbidades provocadas pela alta do LDL que preocupam os cardiologistas estão a aterosclerose e a arteriosclerose. Ambas são doenças progressivas e silenciosas, causadas pelo acúmulo de colesterol ruim em placas ou nas artérias.

Mas vale lembrar que nem toda gordura é prejudicial à saúde. Trata-se de um nutriente essencial para o nosso corpo, pois funciona como uma reserva de energia e é usada na fabricação de hormônios. Há gorduras consideradas boas que podem ser encontradas em muitos alimentos. O consumo, entretanto, deve ser moderado e balanceado com outras fontes de nutrientes.

Confira aqui uma lista de alimentos com gorduras que valem a pena.

Fonte: www.unimed.coop.br/viver-bem/saude-em-pauta

02jun/21

Impactos da pandemia na saúde mental das mulheres

  • Como o trabalho não remunerado atinge mais as mulheres
  • Efeitos do isolamento social na saúde
  • Maternidade durante a pandemia
  • Melhorando a qualidade de vida em casa
26abr/21

Curso Cuidadores de Idosos

O curso é totalmente a distância, com aulas gravadas e uma avaliação final. Esses materiais ficam disponíveis na plataforma da Faculdade Unimed e não há aulas ao vivo ou presenciais com professores. Ou seja, o(a) aluno(a) é responsável por se organizar e estudar o conteúdo sozinho, fazer a avaliação e emitir seu certificado dentro do prazo de 120 dias corridos.

31mar/21

Saúde mental após um ano de pandemia

Saúde mental depois de um ano de pandemia

Saúde mental após um ano de pandemia

Como está a saúde mental dos brasileiros e como manter o equilíbrio enquanto a pandemia não acaba?

Desde que foi declarada a pandemia do novo coronavírus, em março de 2020, e o isolamento social foi recomendado como uma das medidas para o seu controle, outra preocupação se somou à da propagação do vírus: a manutenção da saúde mental da população diante de um cenário tão inesperado.

E, agora, pouco mais de um ano de pandemia de COVID-19, como está a saúde mental do brasileiro?

Várias pesquisas estão sendo realizadas para responder a essa pergunta. O objetivo desses estudos de mapeamento é guiar ações concretas que possibilitem a melhoria da qualidade de vida e da capacidade de tomada de decisões pessoais e coletivas, mesmo num momento tão delicado como o que todo o mundo está passando.

O que é a saúde mental?

O que é saúde mentalVale lembrar: a saúde mental é muito mais do que a mera ausência de transtornos mentais.

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), “a saúde mental é um estado de bem-estar no qual um indivíduo realiza suas próprias habilidades, pode lidar com as tensões normais da vida, pode trabalhar de forma produtiva e é capaz de fazer contribuições à sua comunidade”. Não existe saúde completa se não há saúde mental. Porém, ela depende de muitos fatores, sejam biológicos, psicológicos ou socioambientais. É de se esperar que uma pandemia de tamanha magnitude também tenha efeitos nesse estado de bem-estar das pessoas. Mas, como reduzir ou amenizar esse impacto? É isso que várias pesquisas estão mapeando no Brasil e no mundo.

Como está a saúde mental durante a pandemia?

O medo foi o principal sentimento manifestado pelos brasileiros, principalmente entre os profissionais de saúde, ao longo do primeiro semestre de pandemia. Entre os profissionais de saúde, o principal medo é o de transmitir a doença para pessoas queridas. Essa foi uma das conclusões da pesquisa Influência da COVID-19 na Saúde Mental da população brasileira e de seus profissionais de saúde, conduzida por Associação Brasileira de Psiquiatria (ABP), Associação Brasileira de Impulsividade e Patologia Dual (ABIPD), Associação Brasileira do Déficit de Atenção (ABDA), Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), Universidade do Texas e Mackenzie, com apoio do Ministério da Saúde.

Como manter o equilíbrio diante de tanto tempo de pandemia?

A pesquisa deve ser repetida a cada 6 meses até 2022, considerando que os efeitos de uma pandemia na saúde mental da população tendem a ser de longo prazo. A resposta emocional à pandemia pode variar de acordo com gênero e condições socioeconômicas. Excesso de tarefas, falta de perspectiva e insegurança econômica agravam o quadro. Nos resultados preliminares do estudo conduzido pela Universidade de São Paulo (USP) e publicado na revista científica Plos One, observou-se que as mulheres, pessoas sem filhos, estudantes e pacientes com doenças crônicas e pessoas que tiveram contato com outras pessoas com diagnóstico de COVID-19 foram os mais afetados emocionalmente pela pandemia.

Como manter o equilíbro mentalUm ano depois, a tendência é que as pessoas que cumprem as medidas de isolamento social estejam mais estressadas, ansiosas e cansadas.

Mas a pandemia não acabou e ainda não se sabe quanto tempo vai levar para a vacinação chegar a um maior número de pessoas.

E como lidar com essa espera? Reunimos algumas dicas aqui:

  1. Tentar manter uma rotina com objetivos, buscando deitar e levantar no mesmo horário. Qualidade do sono é fundamental para a saúde física e mental!
  2. Sair para espaços abertos, com máscara, distanciamento e higienização frequente das mãos, para caminhar ou praticar alguma atividade física.
  3. Controle a ansiedade: tente entender o que você pode e o que não pode controlar.
  4. Tente manter contato com as pessoas mesmo à distância. Estimule a gratidão e o envolvimento com a sociedade, verificando como pode ajudar uma família necessitada, por exemplo.
  5. Evite o consumo de álcool em excesso e/ou o uso de drogas psicoativas.
  6. Estabeleça rotinas diárias, equilibradas entre demandas de trabalho, estudo e lazer.
  7. Organize uma rotina para a prática de atividade física.
  1. Reduza a exposição excessiva a notícias, ou mesmo conteúdos em redes sociais que causam ansiedade ou sofrimento.
  2. Introduza em sua rotina práticas de relaxamento ou meditação.
  3. Evite a automedicação ou o uso exagerado de ansiolíticos.
  4. Se você tem um diagnóstico de qualquer transtorno mental, mantenha a regularidade das consultas com o profissional com quem você se trata. Se você faz terapia, mantenha contato com seu terapeuta, mesmo que seja por teleatendimento.
  5. Aprender algo novo. Lá no início da pandemia você se animou com cursos on-line, mas com o tempo abandonou? Que tal dar uma segunda chance? Crie desafios com os amigos e entre em grupos com interesses em comum para se estimular.

 Edição e Revisão: Unimed do Brasil

Revisão técnica: equipe médica da Unimed do Brasil

Adaptação: Legacy Internet Marketing

13jan/21

Risadas

Rir faz bem para a saúde

O riso é uma forma de interação social que conecta pessoas e deixa os ambientes mais abertos à inovação

Rir faz bem para a saúde

O riso é uma forma de interação social que conecta pessoas e deixa os ambientes mais abertos à inovação

Nada como uma boa gargalhada! Rir ajuda a liberar os hormônios da felicidade, a distensionar os músculos e ainda melhora a pressão sanguínea. Ou seja, rir é uma alternativa natural para a busca da saúde.

Rir também é uma forma de comunicação e ajuda a deixar ambientes de trabalho mais produtivos e descontraídos.

O Riso Social

Os motivos que nos levam a rir são muitos: cócegas, piadas, uma zombaria. Mas a maior parte dos nossos risos vêm da simples interação social.

Estima-se que em uma conversa de dez minutos, costumamos rir até sete vezes, de frases triviais. Isso é positivo e está relacionado ao nosso sistema cognitivo, pois o riso ativa um grupo de neurônios chamado de neurônios-espelhos.

É o mesmo tipo de neurônio ativado no fenômeno do “bocejo contagioso”, em processos de aquisição de linguagem, e na prática da empatia, ou seja, a capacidade de sentir o que o outro está sentindo.

É quase como se nós tivéssemos uma estrutura específica para o convívio em sociedade.

O riso em tempos de isolamento social

O ser humano é 30 vezes mais propenso a rir quando está com outras pessoas do que quando está sozinho. Mas o que fazer em tempos de isolamento social?

Memes, GIFs e figurinhas engraçadas acabam cumprindo parte da função social do riso, em tempos de distanciamento físico, conectando pessoas e tornando as relações mais leves.

Confira três dicas para inserir mais risadas na sua vida, mesmo com menos encontros sociais:

    Inscreva-se e acompanhe canais dos seus comediantes preferidos no YouTube. Além de um reconhecimento para o trabalho deles, você receberá notificações que o ajudarão a lembrar que é hora de rir um pouco
    Compartilhe histórias engraçadas: rir de si mesmo, contando situações antigas ou mesmo um contratempo que acabou de passar é uma boa forma de criar vínculos e ressignificar momentos que poderiam ser vistos como embaraçosos
    Perca a vergonha! Abuse de filtros e brincadeiras em reuniões virtuais com amigos ou nas redes sociais. Stories e TikTok estão aí para brincar mesmo. Se você for tímido, selecione os seguidores que podem ter acesso às suas palhaçadas.

Predisposição ao riso

O riso traz benefícios para a saúde, como já vimos nesta matéria: diminui os níveis dos hormônios do estresse, reduz a inflamação nas artérias, ajuda a relaxar o corpo e a mente. Além disso, ele é um ótimo indicador do espírito de equipe.

Rir junto cria conexões. Então, antes de reclamar do colega piadista por provocar distração, permita-se rir também. O riso – desde que não seja ofensivo – indica que estamos em um espaço seguro e relaxado (ainda que on-line).

Em ambientes assim, fica mais fácil associar ideias e, como consequência, temos situações mais propensas à inovação e à criatividade. E você? Já riu hoje?


Fonte: Matéria Unimed: Benefícios do riso, BBC, HCOR, Plos One Journal, UFSCAR – Universidade Federal de São Carlos

Conteúdo aprovado pelo responsável técnico-científico do Portal Unimed.

07dez/20

Glúten

O que é glúten?

paesSe você já fez pão em casa, talvez já tenha visto a “mágica do glúten” acontecer nas suas mãos: o glúten nada mais é do que a rede proteica que se forma quando combinamos proteínas do trigo com …

O que é glúten?

paesSe você já fez pão em casa, talvez já tenha visto a “mágica do glúten” acontecer nas suas mãos: o glúten nada mais é do que a rede proteica que se forma quando combinamos proteínas do trigo com água e energia durante o preparo. É ele que confere a elasticidade e a textura da massa e ajuda no crescimento de pães e massas em geral.
Mas não é só a partir do trigo que o glúten se forma: centeio, cevada e seus derivados, como o malte, também produzem a substância durante o preparo de alimentos e bebidas.
Por isso, é importante estar atento à composição de alimentos industrializados. O malte, por exemplo, está presente em chocolates, sorvetes e cervejas.

Posso comer glúten?

comida na bocaEm indivíduos saudáveis, trigo e glúten podem ser consumidos normalmente dentro de uma dieta equilibrada. Estudos apontam que não existe comprovação científica de que simplesmente cortar o glúten ajude a emagrecer.

Pelo contrário: a eliminação dos alimentos com glúten da dieta em indivíduos saudáveis sem compensação nutricional resultou em perdas de alguns nutrientes e bactérias boas com efeito prebiótico essenciais à manutenção da flora intestinal.

Por isso, recomenda-se que, em casos de dietas sem glúten, a restrição seja compensada pela ingestão de outros grãos integrais e de hortaliças.

Quando o glúten faz mal?

tratamento glutenExistem três condições em que o glúten precisa ser cortado da dieta: doença celíaca, alergia ao trigo e sensibilidade ao glúten.
A doença celíaca e a alergia ao trigo são doenças autoimunes. Ou seja, quando o sistema imunológico produz anticorpos que atacam células saudáveis.

Na doença celíaca, as proteínas que compõem o glúten atacam e destroem as células que revestem o intestino delgado. Isso diminui a absorção de nutrientes e pode provocar diarreia crônica, distensão abdominal, inchaço e perda de peso, anemia, distúrbios neurológicos e osteoporose. Em algumas pessoas, a doença pode ser assintomática. O diagnóstico é feito por exame clínico e testes sorológicos para anticorpos específicos e biópsia.             

Em casos de alergia ao trigo, como em outras alergias alimentares, os sintomas aparecem de forma mais instantânea, podendo variar de tosse, inchaço, vermelhidão, perda de ar, diarreia, desmaio, até anafilaxia, que é a manifestação alérgica mais grave e pode levar à morte.

Já na sensibilidade ao glúten, os sintomas podem ser diarreia, gases, desconforto abdominal, dor de cabeça, sonolência, porém não há relação com anticorpos ou comprometimento das paredes do intestino. As causas da sensibilidade ao glúten ainda são tema de debate entre pesquisadores. O diagnóstico é feito por testes na dieta, suspendendo temporariamente o consumo de alimentos com glúten e avaliando a redução ou não de sintomas.

É por essas doenças que a indústria alimentícia precisa sinalizar “contém glúten” ou “pode conter glúten” nas embalagens de produtos. A fabricação de alimentos sem trigo ou glúten nas mesmas máquinas de outros produtos que o contenham pode contaminar o alimento e causar sérios problemas, especialmente para celíacos e alérgicos.  

Importante: se você percebeu algum dos sintomas relacionados aqui, é importante conversar com um médico para conduzir o diagnóstico e os testes da forma correta.

Alimentos e farinhas sem glúten

servir alimentos no pratoO tratamento para todos esses casos costuma ser a eliminação do glúten da dieta. Lembre-se: o glúten está presente em preparos feitos com farinha de trigo, centeio e cevada (malte). Listamos aqui alguns alimentos sem glúten: Féculas e farinhas sem glúten: amido de milho, fubá, farinha de mandioca, fécula de batata, farinha de soja, polvilho, araruta, flocos de arroz e milho, farinha de arroz, de trigo de sarraceno, de amêndoa, de castanhas, de chia, de quinoa e de grão-de-bico Massas: feitas com as farinhas permitidas Cereais: arroz, milho, quinoa, trigo sarraceno Verduras, frutas e legumes: todos, crus ou cozidos Laticínios: leite, manteiga, queijos e derivados Gorduras: óleos e azeites Carnes: bovina, suína, frango, peixes, ovos e frutos do mar Grãos: feijão, lentilha, ervilha, grão-de-bico, soja Sementes oleaginosas: nozes, amêndoas, amendoim, avelãs etc.

Aveia tem glúten?

A aveia pura não contém glúten. Mas, normalmente, recomenda-se que pessoas com restrições ao glúten cortem também a aveia da dieta. Isso porque, normalmente, a aveia costuma ser contaminada com trigo na indústria. Mesmo se confirmada sua pureza, a introdução na dieta precisa ser feita com acompanhamento médico, pois estudos mostraram que uma parcela de pessoas com a doença celíaca apresentou reações a uma das proteínas da aveia (avenina).
Se você não tem nenhuma das doenças citadas, não precisa cortar o glúten da sua dieta. Para encontrar o equilíbrio, vale apostar na variedade de alimentos, com ou sem glúten, e priorizar frutas, legumes e grãos integrais, ricos em fibras e nutrientes.
Se o objetivo for perda de peso, cuidado com as dietas da moda ou excessivamente restritivas. Lembre-se: não existe vilão único ou nutriente que, sozinho, seja o herói da alimentação.

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06dez/20

Benefícios da Leitura

Casal lendo
Benefícios da Leitura

Estudos comprovam que quem tem o hábito de leitura consegue viver por muito mais tempo. Estudos comprovam que quem tem o hábito de…

Casal lendoComeçar a ler um livro, seja ficção científica, romance, histórias infantis, contos de fada ou até mesmo sobre o corpo humano, pode trazer benefícios inimagináveis não apenas para a sua mente, mas, em especial, à sua saúde.

Estudos comprovam que quem tem o hábito de leitura consegue viver por muito mais tempo. A pesquisa realizada pelo jornal Social Science and Medicine, com mais de três mil voluntários, mostrou que aqueles que se dedicaram cerca de três horas por semana à leitura viveram pelo menos dois anos a mais do que os participantes que não costumavam ler com frequência. E não basta viver por mais tempo, e sim com qualidade de vida. Por isso, quem tem o hábito da leitura também diminui o risco de desenvolver Alzheimer.

Vários estudos já indicaram que o estímulo mental da leitura ajuda a retardar sintomas de doenças como Alzheimer e demência. Um estudo realizado pelo Centro Médico da Universidade de Rush, e publicado pelo jornal Neurology, ambos nos Estados Unidos, descobriu que pessoas que mantêm o hábito de ler na vida adulta também preservam por mais tempo suas habilidades mentais.

5 motivos para incluir a leitura na sua vida:

Famíla lendo

1. Ajuda a diminuir o estresse. Você sabia que a leitura diária por apenas seis minutos ajuda a diminuir cerca de 68% os níveis de estresse? Foi o que comprovaram os pesquisadores da Universidade de Sussex, no Reino Unido. Segundo o estudo, após o breve período de tempo, os voluntários já tinham queda na frequência cardíaca e conseguiam relaxar os músculos do corpo.

2. Fortalece a criatividade. Pesquisadores da Universidade de Toronto, no Canadá, descobriram que pessoas que leem livros de ficção têm mais probabilidade de aceitar pensamentos diferentes e entendem diferentes aspectos de um mesmo assunto. O que significa que, graças à leitura, as pessoas encontram alternativas diferentes às questões do dia a dia e são mais criativas no trabalho, nos estudos e na vida.

3. Melhora a qualidade do sono. Quem já leu antes de dormir sabe que abrir um livro na hora de deitar não apenas auxilia a adormecer como melhora a qualidade do sono. Por ser relaxante, ajuda a desestressar e pode levar a um sono profundo e reparador.

Ler para criançasLer para as crianças pode deixá-las mais inteligentes. Quem tem crianças em casa sabe que é difícil encontrar uma que rejeite se sentar e se deliciar em volta de uma roda de histórias. E ler para elas vai muito além da diversão. Segundo uma pesquisa feita pela Universidade de Pádua, na Itália, crianças que crescem rodeadas de livros, em especial aqueles que não fazem parte das leituras escolares obrigatórias, têm mais chances de se tornarem adultos mais inteligentes e de sucesso. Economistas notaram que os jovens que liam por prazer na infância tinham salários 21% melhores. Isso se deve, segundo os especialistas, ao fato de que essas pessoas teriam mais chances de aprender sobre a vida e o universo, através da leitura.
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06dez/20

Wrap de Couve

Pratos simples e deliciosos sempre nos salvam em algum momento do dia.

A preparação do wrap de couve leva no máximo 25 minutos e é um ótimo exemplo de lanche leve e prático para todas as idades.

A couve é fonte de vitaminas (A, complexo B e C) e rica em minerais como cálcio, ferro e fósforo.

Se você quer mudar seus hábitos alimentares e ter mais qualidade de vida, este wrap é uma ótima opção! Acompanhe o passo a passo

Ingredientes:

wrap-de-couve

8 folhas de couve

400g de peito de peru picado

1 cenoura picada

1 pepino em tiras

1 pimentão picado

1 cebola picada

2 colheres de sopa de ricota light

1 colher de sopa de manjericão picado

3 colheres de sopa de palmito picado

Azeite balsâmico a gosto

Sal e pimenta a gosto

Modo de fazer:

Refogue a cebola no azeite

Sem parar de mexer, acrescente o pimentão, o palmito e o peito de peru

Adicione a cenoura, o pepino, o manjericão e a ricota

Tempere com sal e pimenta

Reserve a mistura

Retire o talo das folhas de couve e as branqueie*

Distribua duas colheres de recheio no lado opaco das folhas

Enrole cuidadosamente e dobre as bordas para dentro

Para firmar, leve à frigideira por alguns minutos

* Para branquear as folhas de couve, ferva-as por poucos minutos em uma panela adequada e as retire para esfriar.

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06dez/20

Saiba quais são as frutas da primavera

Consumir as frutas da estação também é melhor para o bolso. Afinal, a maior oferta faz com que os preços caiam.Veja algumas sugestões de frutas que não podem faltar na alimentação da sua família nesta primavera:

Abacaxi Pérola

abacaxi

Abacaxi Pérola

Um grande aliado na digestão, o abacaxi é rico em vitamina C, o que contribui para aumentar a imunidade, e contém também os complexos A e B e …

Consumir as frutas da estação também é melhor para o bolso. Afinal, a maior oferta faz com que os preços caiam.Veja algumas sugestões de frutas que não podem faltar na alimentação da sua família nesta primavera:

Abacaxi Pérola

abacaxi

Abacaxi Pérola

Um grande aliado na digestão, o abacaxi é rico em vitamina C, o que contribui para aumentar a imunidade, e contém também os complexos A e B e minerais como fósforo, ferro, cálcio e sódio. Tem ainda o poder ajudar a eliminar toxinas do organismo que causam o inchaço e o acúmulo de gorduras e protege contra a degeneração muscular relacionada à idade. Pode ser consumido in natura, em salada de frutas, sucos, inclusive nos detox, e como ingrediente principal de sobremesas e sorvetes. Mas atenção: não é indicado para pessoas que têm refluxo gástrico e úlceras.

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Ameixas

ameixa

Ameixa

Fonte de vitaminas do complexo B e antioxidantes, os alimentos de cor roxa, como a ameixa, têm ação positiva para os sistemas neurológico e digestivo. Para o intestino, é uma das principais aliadas, já que tem fibras insolúveis e propriedades laxativas, o que ajuda a combater e tratar prisão de ventre e regular o trânsito intestinal. A ameixa tem um importante papel na prevenção de doenças cardíacas, ajuda a regular o nível de glicose no sangue e é um poderoso antioxidante. Além do baixo teor calórico, traz sensação de saciedade. A fruta pode ser consumida na versão fresca ou seca, como sobremesa ou lanche entre as principais refeições. Ainda garante um sabor especial a preparos como manjar, mousse e pavê.

Jabuticabas

jabuticaba

Jabuticaba

É importante no combate a inflamações e na prevenção de doenças como o câncer. Também ajuda a desintoxicar o organismo. É fonte de vitamina C, que contribui para aumentar as defesas do corpo, e do complexo B, que favorece o sistema nervoso. Não se limite a consumir apenas a polpa: a casca também deve ser aproveitada. Rica em antocianinas, um fitoesterol, que tem propriedades antioxidantes e que dá a cor arroxeada a ela, favorece o combate aos radicais livres. A jabuticaba ajuda também na beleza, pois coopera para a regeneração das células e se reflete na aparência das unhas, do cabelo e da pele. Pode ser consumida in natura e também compor sucos, sorvetes molhos e geleias.

Mangas

manga

Manga

Por sua alta concentração de fibras, a manga favorece o trânsito intestinal e dá saciedade. Docinha, também ajuda a reduzir o colesterol ruim do sangue e a controlar a pressão arterial. Por conter potássio, auxilia a eliminar o excesso de sal do organismo. Não pode ser deixada de lado sua ação antioxidante, graças ao betacaroteno, que dá cor a ela, e aos polifenóis, que combatem os radicais livres. É fonte ainda das vitaminas C e B6. A colheita começa no final da primavera. O consumo pode ser in natura, por suco, como item da salada de frutas ou até para dar um toque doce à salada de verduras, junto com a rúcula, ou até em mousse para a sobremesa. Mas, por ser uma das frutas mais doces, quem tem diabetes não pode exagerar.

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